domingo, 30 de agosto de 2015

Desabafos parvos

Sabem quando falta apenas um pouco de esforço para atingirem algo grandioso na vossa vida e depois o nosso inconsciente decide sabotar-nos? Não sabem? Então se calhar não são tão preguiçosos nem prognosticaram tanto como eu. 

Tenho de fazer uma carta de objectivos e metas que pretendo atingir no estagio que supostamente farei numa empresa (isto claro se eles me aceitarem) e eu ando aqui a remexer e a remexer e a cartinha feita está quieto. 

Não faço ideia do que escrever, pouco conheço a empresa (tá mal) e tenho uma péssima noção dos conhecimentos que tenho. Depois de um percurso de conhecimento tão intenso neste ultimo ano, seria esperado ter conhecimentos dignos de uma técnica de redes e sistemas informáticos, mas ando aqui num modo de não sei se sei e se sei será que é suficiente para o mundo profissional.

Dizer que quero aprender e desenvolver os conhecimentos que obtive no curso, não é algo suficiente para uma carta de objectivos e metas. 

domingo, 23 de agosto de 2015

Eu e as amizades

Mudei de casa uma vez, mudei de escola cinco vezes, mudei de grupo de amigos seis vezes. Tendo em conta que a maioria dos grupos de amigos geralmente contém entre cinco a quinze pessoas, já deveria ter acumulado um bom número de pessoas. Mas é claro vamos seguindo com a nossa vida e como é esperado, as outras pessoas também.

Nunca fui uma pessoa muito apegada, aborreço-me facilmente se me mandam muitas sms ou se o chat do meu facebook estiver sempre a apitar e lidar comigo não é propriamente uma situação fácil. Aprecio o meu espaço, gosto de estar com as pessoas de vez enquanto, mas se me sufocam a situação fica difícil. 

Nem todos apreciam o meu jeito despegado e de cada grupo se mantive contacto com duas pessoas, foi por sorte... Não é que não queira ter amigos e por vezes tenho medo de me arrepender de não ter dado a atenção que alguns precisam para a nossa amizade perdurasse. Mas que amizade seria aquela em que teria que me forçar a ser aquilo que não sou?

Eu tenho alguns amigos, não sou propriamente uma coitadinha, mas não estou tanto com eles como devia por não ter dinheiro nem carro para me deslocar até eles sempre que me dá na telha.

Destas férias.


Apesar de viver em portugal à 23 anos, explorei pouco o nosso pais. Este ano tinha vários planos com o meu namorado, pensamos em vários sítios de norte a sul, combinamos, descombinamos, combinamos e descombinamos e acabamos por não ir a lado nenhum. Não foi por preguiça ou por falta de vontade, mas às vezes temos que escolher prioridades e neste caso a prioridade foi a dissertação de mestrado dele. No lugar dele tomava a mesma decisão, mas não deixo de ficar triste por não estar a aproveitar estas férias tão bem como queria. 

Mas pronto... pelo lado positivo, tenho ido fazer caminhadas todos os dias pelas redondezas que já conheço tão bem.