quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Ajuda?

O ano lectivo está cada vez mais próximo e vai mais uma vez chegar a altura das praxes, fui praxada no ano passado e como é claro este ano o papel inverte-se e passarei a ser eu a praxar. Eu que devia ser criativa, só me vêm ideias repetitivas de como foi a minha praxe, mas o facto é que queria ideias novas, praxes divertidas, jogos inovadores. Algum de vocês têm alguma sugestão, ou pode partilhar experiências?

17 comentários:

  1. Se foste praxada no ano passado, este ano ainda não podes praxar. Pelo menos na minha universidade é assim*

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  2. Camila, na minha universidade não é assim, não sei se será por não ter mestrado integrado... ou seja, ser só licenciatura...

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  3. Eu não praxei, não gostei do espírito que havia no ar no meu segundo ano. Mas quando fui praxada lembro-me de termos feito um jogo que deu muitas risadas. Jogo do coelhinho, não sei se conheces. Sentam-se os caloiros todos numa roda e dá-se um objecto a um dos caloiros(pode ser um pau). O caloiro que tiver o pau tem de dizer a frase "Eu dou um beijinho no ... do coelhinho" Sendo que no lugar das reticências o caloiro deve dizer o nome de uma parte do corpo do animal. Passa o pau ao caloiro sentado ao seu lado, que por sua vez tem de dizer a mesma frase mas sem repetir partes do corpo do coelho. E assim sucessivamente. Quando todos tiverem dito a frase revela-se o objectivo do jogo: cada caloiro tem de dar um beijinho no sítio que referiu ao seu colega do lado. Não sei se me expliquei bem :)

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  4. Obrigado Inês de Sousa, não conhecia o jogo, pode se tornar muito divertido LOL
    :)

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  5. Não tem a ver com o mestrado integrado.. na minha universidade há cursos com mestrado integrado e cursos sem mestrado integrado.. nós somos praxados no primeiro ano, no segundo ano não podemos praxar e só podemos praxar no terceiro ano.

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  6. Camila - pronto... :) aqui praxas no 2 e no 3º no máximo ajudas os do 2º... é uma coisa que varia de universidade para universidade... aqui no politécnico de Setúbal, todas as universidades praxam no 2º se não me engano.

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  7. Se calhar é de ser um politécnico, não sei.. mas por acaso é o primeiro caso que conheço onde praxam no 2º ano :)! Nós aqui temos de esperar até ao 3º x)`*

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  8. A mim além de me meterem farinha e ovo na cabeça, fizeram-me andar a 'cortar' a relva com um corta unhas LOL

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  9. Bem, eu fiz bastantes coisas , mas talvez também tenham sido bastante básicas :/ uma das vezes fizemos um concurso de talentos, cada uma de nós tinha que mostrar o seu talento! como fomos apanhadas desprevenidas tivemos que improvisar e ainda nos rimos bastante à custa disso! Também de uma das outras vezes mandaram-nos levar um lipgloss , quando chegamos puseram-nos milho num saco e pousaram--no no chão , tivemos que por baton no nariz e depois com as maos atrás das costas chegar com o nariz ao chão até prender grães de milho ! tivemos que andar até ao final da praxe com aquilo no nariz, a tentar evitar que caisse no chão x)

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  10. Se eu praxasse, "obrigava" os caloiros a passarem num corredor na faculdade a cantar a musica do continente do regresso às aulas ahahah

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  11. No meu ano de caloira desenharam no chão um mini campo de futebol em farinha e puseram a malta a jogar com uma bolinha de papel. Para movimentar a bola só podiamos usar o sopro. xD

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  12. não sei :S até me tinha esquecido dessa coisa! espero que sejam mansinhos comigo xD

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  13. Eu também acho que só no 3º ano é que se devia praxar (e usar emblemas!)... acho que a diferença marca-se assim, mas em Setúbal há um código diferente e só temos é que o seguir com orgulho :)

    Sugestões: Pedir aos caloiros para matar uma formiga só com a voz;

    Juntar-se 3 veteranas e pedir a um caloiro rapaz para tocarem nos vossos grelos (as fitinhas que irão ter na capa);

    Pedir para medirem uma parede da faculdade só com palitos;

    Há que ser criativo, mas acima de tudo, nunca humilhar os nossos caloiros, nem desrespeitá-los... há pessoas que se esquecem que também já foram caloiras.

    Beijinhos :)

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  14. Uhmmmmmmmmm...no meu ano, obrigaram nos a ficar deitados na praça e atiraram-nos milho para cima! Aquilo era ver os pombos a ficar malucos e nós sem nos podermos mexer enquanto os pombos se alimentavam (que horror) e no final fizeram-nos apanhar o milho que os pombos não comeram e meter outra vez no saco! lool

    Comboios de iogurte...todos sentados em fila com os olhos vendados, tinham que dar de comer ao caloiro que estava atrás...aquilo para acertarem com a boca do outro era um milagre!

    Depois tinhamos "caloiros personagem"...um era mesmo igual ao Samuel Massas o desgraçado andava o dia todo a gritar "30 c@r@lho, 3o c@r@lho"...outro era o cupido andava sempre a levar recadinhos e através da mimica fazia que disparava a seta do amor...

    Enfim...caloiros a fazer de sombra de veteranos, a ter que andar sempre atrás deles...

    Brincadeiras que devem ser feitas com respeito, porque há quem leve aquilo na desportiva e quem se sinta ofendido...é preciso muito bom senso coisa que, infelizmente, falta a muitos veteranos ;P

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  15. Eu tive quase sempre praxes colectivas (ou seja para o meu curso todo que só éramos nas praxes uns 15/20) e eram engraçadas, tivemos várias edições dos ídolos, tivemos o splash que era um plástico enorme numa descida com azeite, detergente e assim e íamos a escorregar, tivemos uma que foi num cruzamento na maior avenida de Aveiro a lavar carros à luz vermelha do semáforo.
    Assim individuais há várias coisas... a minha primeira foi apanhar likes para o facebook com o meu polegar. Também podes pedir a um caloiro uma declaração dando-lhe palavras tipo frigideira, sapatilha e assim xD há muita, muita coisa! Procura na net e tenta pensar noutras coisas :P às vezes as mais simples são as mais engraçadas porque são tão óbvias que os caloiros mais assustados não pensam nelas tão concretamente e depois ficam bastante mais integrados :) Eu este ano também já posso praxar, mas só com um grupo de pelo menos 5 veteranos! Espero ter ajudado e desculpa o comentário ser tão grande!
    Beijinhos*

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  16. Começa por escrever , escrever rascunhos há de chegar uma ideia nova.

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