quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

03 de Dezembro de 2009

Ultimamente tenho andado bastante nervosa, de facto não sei o que se passa comigo, até a minha dislexia piorou, até porque a parte que se concentrava em mim anda um pouco perturbada. Sinto me frustrada, já houve quem dissesse que isto é tudo da minha imaginação, também já me disseram que era falta de auto-estima nas minhas capacidades. O que realmente está a acontecer, pode ser falta de estudo, pode ser falta de concentração. As minhas notas estão a baixar muito, não me consigo concentrar, e quando faço testes, baralho os pensamentos, ponho o inicio no fim, palavras a menos, palavras a mais, palavras que não existem, palavras não relacionadas. Já pensei na possibilidade de sofrer de ansiedade, tive a falar com uma amiga, e pelos vistos os sintomas encaixam, mas provavelmente isto é apenas a minha mania das doenças.
Penso que preciso de escrever, dês de que deixei de escrever aqui, que tenho dado muitos erros ortográficos, e a minha professora de português desconta um ponto por cada erro.


Vou colocar de novo a minha lista de Natal/Anos, mas renovada.
  • Meias de cano alto
  • Chinelos ou pantufas
  • Uma base
  • Blush
  • Uma bandelete
  • Uma mascara para cabelo pintado
  • Camisolas
  • Um estojo
  • Uma mala
  • Um cascol
  • Um gorro fofinho

  • Outra questão, não sei que fazer neste ano para os meus anos, sugestões?

sábado, 14 de novembro de 2009

14 de Novembro de 2009

Hoje cortei o cabelo, e por mais engraçado que pareça, não fui eu que o cortei, fui a uma cabeleireira de verdade, espantoso não é? Já há anos que não ia a uma. E retirando isso, não tenho mais nada de interessante para falar.
A minha dieta resultou na primeira semana, em que perdi 5 quilos. 5 quilos?
Engraçado que acho que estou exactamente igual. O meu namorado diz que isso deve ser por estar inchada do período, mas não sei não. Estou muito chateada e desiludida com alguém, e estou a espera que essa pessoa decida dar me uma palavra, mas até lá apenas deixo aqui a boca.
Bem, como está a chegar a altura do pico do comercialismo em todo o mundo, deixo aqui a lista de coisas que quero para o Natal e Aniversario.


• Uma base de pigmentação clara
• Blush cor-de-rosa
• Um perfume da witch com cheiro a amora ou da barbie com cheiro a pastilha x’D
• Uma bandelete fininha
• Duas calças (umas de ganga e outras de fazenda preta)
• Camisolas
• Uma mala enorme
• Um router
• Um disco rigido exterior
• Uma tablet
• Pilhas recarregaveis

domingo, 25 de outubro de 2009

25 de Outubro de 2009

Ando meio em baixo por causa do meu peso, há dias atrás vi fotos minhas antigas, e fiquei super paranóica, era muito mais magra, tinha menos uns 10 quilos. Engraçado que sempre me achei gorda, até mesmo nessa altura, agora que vejo fotos antigas, já acho que naquela altura sim estava bem. Estou farta de todos os dias ter uma luta com a roupa porque não me sinto bem com nada, ultimamente parece que só me sinto razoável com as minhas leggins pretas e tops largos. Quero ser menos limitada. Engraçado que sempre que olho para as outras pessoas que tem peso a mais, não me faz diferença, parece-me que toda a roupa lhes fica bem, que ficam perfeitamente normais, portanto não entendo porque me preocupo tanto com isso, porque fico tão frustrada. Tenho como objectivo perder 8 quilos, e espero em 2 ou 3 meses o conseguir. Espero conseguir basear me em 6 refeições por dia e 8 copos de agua por dia.
1. Pequeno-almoço (Cereais)
2. Meio da manhã (Iogurte)
3. Almoço (Carne/Peixe com salada)
4. Lanche (Sandes/ Iogurte/Fruta)
5. Jantar (Sopa/Salada)
6. Fim da noite (Leite / Chá)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

22 de Outubro de 2009

Conspirações sobre a gripe A.
Serão apenas especulações?

Provavelmente o vírus H5N1 nas aves não tivesse forma de criar mutações para se adaptar ao genoma Humano, e a pandemia não surgiu.
Provavelmente instalaram um vírus nos porcos para ele se desenvolver e adaptar, pois o corpo do porco é parecido ao do homem, os órgãos idênticos, e a sua reacção aos venenos pode ser considerada uma indicação confiável sobre as reacções humanas.
Então o vírus nos porcos iria estabelecer uma ponte genética mais facilmente para infectar humanos, quando ele já estiver adaptado à genética do porco.
Facilmente iria desenvolver-se num organismo humano.
A gripe aviaria foi um teste para estudarem o vírus.
Depois infectaram os porcos com alguma injecção, agora o vírus adapta-se ao organismo do porco e facilmente passa para os humanos.
O vírus das aves era: H5N1. Lembram-se quando os cientistas diziam que iam "reconstruir" o vírus para estudá-lo de modo a criar uma vacina de cura para o h5n1? O que eles fizeram? Recriaram o vírus HN1 em laboratório, o vírus influenza da famosa pandemia espanhola (que em 1918 e 1919 matou 50 milhões de pessoas em todo o mundo).
Os cientistas recriaram esse vírus, deram-lhe "vida" novamente em laboratório.
E agora por "coincidência" surge a gripe dos porcos com o vírus H1N1.
Os cientistas haviam recriado o vírus H1N1 para "estuda-lo". Cada vez se torna mais evidente que esta gripe suína foi arquitectada. Este vírus H1N1 contém uma mistura de ADN de gripe aviária, gripe suína asiática e europeia e gripe Humana.Os cientistas criaram este novo vírus com intenções de destruir grande parte da população mundial, e o pior nem é a gripe A, mas sim as vacinas, que contêm todos os vírus das gripes anteriores mencionadas.

(atenção, este texto não é totalmente meu, apenas alterei algumas coisas, diminui umas, e acrescentei outras, apenas pesquisei sobre as conspirações, e encontrei uma que se adapta perfeitamente ao que penso.)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

21 de Outubro de 2009

Estou a escrever, e não o meu namorado não acabou comigo, nem estou triste de morrer.
Acho que vou começar a redigir textos sem interesse, ou sem qualquer fundamento literário.
Amanhã não sei se vou a escola à tarde, por acaso é um assunto que me está a massacrar a cabeça. Amanhã vou almoçar a casa do Miguel, depois tenho 90 minutos de Historia e Cultura das Artes, com aquela bruxa, depois tenho 3 blocos de furo, e tenho apenas 45 minutos de Português à última hora. Logicamente que não me apetece andar de um lado para outro, ainda por mais que está a chover, não me apetece estar 3 horas lá fora. O que estava a pensar era quando fosse para a hora do almoço, ia ao pingo doce comprar algo para a visita de estudo de sexta-feira, e depois ir para a casa do Miguel o resto da tarde fazer lhe companhia (depois justificaria as faltas da tarde, com febre ou algo assim, ainda não sei). Isto de agradar os outros, fodeu nos a tarde de quinta-feira. Agora que não tenho inspiração por andar relativamente feliz, tenho uns quantos posts em mente. Um sobre as minhas conspirações sobre a gripe, outros 2 para me queixar (um sobre a escola, e outro sobre coisas que me chateiam a longo prazo), um para a festa do Halloween na casa da Íris, e outros dois sobre listas de coisas que quero para o Natal e para os meus anos, de resto logo verei. Bem vou acabar de beber o meu Chá.

terça-feira, 12 de maio de 2009

12 de Maio de 2009

Loucura, certeza, incorrigibilidade, impossibilidade. Algo implausível, bizarro ou patentemente inverídico. Uma falsa crença baseada em inferência incorrecta sobre a realidade externa que é sustentada com firmeza. Visões do mundo inferior, a terra dos mortos, Psicose.
Imagens tão reais que dificilmente são removíveis pela argumentação lógica. Odores que não existem, toques não presentes, mil e uma cores de uma tela cromática, minutos que não andam, horas que passam, a mente enganada, a vista emparelhada. Horas de sono trocadas ou inexistentes, marcas que ficam no rosto, marcas descontentes.


Hoje fui ao Porto, casa da musica, com a escola.
Estou cansada.
Estou com um apetite compulsivo.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

29 de Abril de 2009

Perturbada com a molúria própria. Molícia, quebreira. De repente, aquele aperto no peito, uma sensação estranha de opressão. Tristeza, fatalidade, impotência, depressão, medo, solidão, angústia, saudade, dor. Momento em que o cérebro para, e a vida acaba. O pensamento ocultou-se. Dor surda, algia. Sentimento indefinível e profundo de saudade angustiosa. Peça teatral com excesso de elementos dramáticos ou sentimentais. Sinto-me vazia, o pensamento apenas aparece quando indesejado é. Delíquio apenas.


sem inspiração.




Parabéns para o André F. (Timon)

sábado, 7 de fevereiro de 2009

07 de Janeiro de 2009




Tive 14 no teste de Física (Física sem química).
Já perdi 3 quilos.
Curiosamente sempre que adormeço tenho um pesadelo,
contudo mesmo assim não evito dormir.
Tenho andado meio doente dos ouvidos
e tenho uma dor de cabeça um pouco constantemente.
Penso que para a semana tenho 3 testes/exames.
O meu sobrinho fez anos ontem, o meu pai faz anos amanha.
Hoje era para sair, mas não o fiz.
Cortei a franja, ficou terrível.
Estava a pensar em pintar o cabelo de castanho escuro amanha.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

4 de Fevereiro de 2009

Já não bastava ser emocional quando estou insolada, agora quando estou com os meus amigos, sinto que estou bastante mais sensível, e todas as atitudes, por mais simples que sejam dão me vontade de chorar, é verdade estou com o cérebro queimado. É idiota, mas até hoje tive uma prova disso, quando o Luís me puxou a cadeira onde ele se ia sentar, mas eu sentei-me da mesma e eu ia caindo no chão, isso deu me vontade de chorar, mas é tão absurdo, pensei que fosse parvoíce minha, até porque quando o André me chama de chata eu fico bastante magoada, mas agora isto? Por causa de uma brincadeira? Enfim deve ser por causa da ovulação. O estúpido é que já não me sinto o mal de todo, mas de repente ficar tão sensível? Uma coisa, que tenho de confessar que me anda a deixar bastante deprimida, é a recaída das minhas notas, mas que fazer? Responsabilizar me com os meus actos, a culpa e minha agora tenho de levar com isto. Tenho uma novidade, depois de ter me pesado e reparado que o meu peso subiu, além de ter entrado num apanico total, pensei e repensei, e estou a fazer uma dieta, com a minha irmã, devo confessar que tenho muita fome, e vontade constante de comer, mas tenho de mudar os meus hábitos se quero me sentir bem com o meu aspecto físico não é? O meu jantar hoje foi sopa de couves, nabo e cenoura, e confesso que fiquei com fome, então perguntei a minha irmã se podia comer uma maça, amanhã vou comer kornflakes ao pequeno almoço, um iogurte ou maça ao meio da manhã (não gosto muito de iogurtes por isso não sei), ao almoço na escola, se amanhã houver, como um pão integral com queijo fresco, e talvez beba um chã ou um ice tea light (vou pensar porque pelo que sei o ice tea light só tem 3 calorias e se calhar o chá normal por causa do açúcar fique com mais calorias), ao lanche vou comer uma maçã e ao jantar mais uma vez uma sopa.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

30 de Janeiro de 2009

Depois de tantas memorias, depois de tudo o que vi, começo a colocar todos os pensamentos juntos. Tento encontrar palavras para deixar-me melhor. E se eu apenas soubesse como deixar-me de fora. Posso sentir a noite, começando por separar-me da vida tentando entender-me. Pego em meus medos obscuros, tocando-os, tal como um jogo de todas as minhas obsessões, de modo a não me perder de novo. Deveria trancar a última porta aberta? Ainda no escuro, será que me podes consertar? Eu não ficarei presa ao que eu costumava ser. Como se todos os meus gritos não fossem ouvidos, sei que não acreditas em mim, como consegues-me ver? Eu tentei matar a dor e por isso estou a derramar remorso sanguinário e traição. Murmurando segredos em vão, procuro quem os possa ouvir e essa historia, essa historia é maior do que escondo. Talvez esta noite, voarei para bem longe e estarei perdida antes do amanhecer. No espelho, meu reflexo encontra-se sujo e não há nenhuma ligação, nenhuma uma ligação comigo própria. Vazio é solidão e solidão é claridade e claridade é endeusamento e Deus é vazio como eu. Mais uma vez, mais uma vez, sento-me numa cadeira, e olho, olho para o livro por escrever, e começo, começo a escrever uma nova historia. Uma nova fase, uma nova era. E tudo o que se decompõe se transforma, e eu, irei transformar-me e transformar-me vezes sem fim. Eu não sou apatia, apatia, apatia.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

26 de Janeiro de 2009

O sufoco puxa-me, pressiona-me até ao chão, ergo meus braços, entro em desespero. A minha alma quer sair do meu corpo, começa fazendo uma grande colisão dentro de mim. E as almas, as almas querem a alma. Alma que ficou presa a pessoa errada e esse foi o equivoco, como pode a alma, algo que tão puro é, estar dentro, dentro da personalidade que o cérebro, devido a maus hábitos, influencias não positivas, criou. E agora, agora começa, apagando-se. A memoria fica cada vez menos vasta, e a pouco a pouco, tudo começa a desaparecer, memorias, informações, pequenos fragmentos de imagem. E a alma, a alma chora, em pura angustia, tentando apenas escapar do quase impossível. A respiração dificulta-se ao longo dos batimentos cardiovasculares, esses cada vez mais fortes, e pontadas, pontadas começam a prejudicar o órgão vital. Tudo numa base de grandes pequenas ideias, todas elas se desfragmentam, e toda a visão fica menos nítida, o olhar, o olhar desfoca, quanto mais tento forcar a imagem, mais ela se ausenta. O gosto desaparece, e os maiores prazeres da vida deixam de ter sabor. O toque, o toque que sentia, ao tocar toda a arte não visual, o toque que tão magico era, toda a suavidade, todas as arestas, superfícies macias e robustas tudo isso desaparece, o toque fica cada vez menos sensível, e meus dedos petrificam-se. Não sou uma gárgula, mas o meu coração transforma-se em pedra, e todo o egoísmo, toda a arrogancia, toda a antipatia vinda de mim, ultimamente, começa a ter sentido. Pouco a pouco perco o meu ultimo sentido, apenas deixando de escutar, porque depois de isso tudo, tudo o que me surruram, deixa de ter valor, por capricho, não quero ouvir, nem palavras, nem sons, nem gritos ou grunidos, e todo o motivo encontra-se nunca auto-protecção, as palavras é que fazem os sentimentos esfriar.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

21 de Janeiro de 2009

A menina, no frio da noite, baloiça, baloiça no seu baloiço, no azul da noite, da silhueta dos arvoredos, arvoredos esses que o céu percorrem. E tudo isso oculta o oculto. Todos os pensamentos macabros, toda a mente de uma pequena menina. E todos o mal existente na vida, desaparece. Apenas a mesma musica na cabeça, a mesma escuridão, e o baloiço.
As minhas notas escolares estão a baixar. Neste ano já recebi duas negas. Vou repetir o exame de Design na Segunda, eu e todos os meus colegas. É verdade, o Luís, teve melhor nota que eu. Curioso não é? Mas fico feliz por ele. Pode ser que a partir de agora tudo comece a ser assim. Não devia ser assim, mas agora começo a falhar, com o que me queria empenhar, começo a falhar com as minhas ambições. Engraçado, como dramatizo as coisas. Eu não tenho razoes para me queixar, tenho uma vida perfeitamente normal, e como já disse e repeti tantas vezes, amigos maravilhosos que eu tenho. Portanto, porque fazer um filme disso? Hoje, não tomei pequeno almoço, hoje não almocei, hoje não lanchei. O psicológico começa me a dominar, e a vontade de chegar a perfeição é maior do que poderia controlar. E tudo, faz parte de um jogo de Psico, eu sou assim, porque quero, tenho todas as condições para conseguir a felicidade, ou para viver num mundo onde a palavra apática libera, apenas estou assim, pela teimosia, pelo orgulho, pelo egoísmo. Os meus amigos querem me ajudar, mas eu, eu não consigo agarrar me a bondade tão bela deles. Enfim, ser uma adolescente fútil, faz parte do estilo de vida, que eu própria escolhi.
Hoje sonhei com ele, é tão curioso, que sempre dormi para não pensar, e pela primeira vez acabo por sonhar com ele. O sonho em si, não tinha grande nexo, tal como quase todos os sonhos. Mas posso dizer, que acordei com um reconforto. Sinceramente soube bem. Não me sinto infeliz neste momento. Por acaso, até tenho pensamentos bonitos na cabeça, aqueles pensamentos dignos do amor, e de como o amor devia ser, a base de felicidade. Tantas vezes, eu o abraço, beijo-o no rosto, tentando fugir a tentação que os teus lábios me pressionam, entre os nossos lábios, há e haverá sempre uma barreira. A beleza dele... A beleza dele...

sábado, 17 de janeiro de 2009

17 de Janeiro de 2008

Hoje, sonhei que era ontem. Curioso que até perguntei que dia era hoje a minha mãe, visto que no sonho, citava que era dia dezasseis. A minha vida é mesmo assim. Estou sempre a dar um passo para trás. Sinto me inútil, inconsistente. E todos os meus passos, fazem me voltar para trás, afasto meus amigos, torno me mais egoísta e individualista, e cada vez, cada vez mais imponho barreiras. Erro. Digo sempre não a quem me quer ajudar, e fecho sempre os olhos, tapo os ouvidos. O medo de mudar, acabou por faze-lo. Eu sou o problema. Estou a ficar cada vez mais burra, e as palavras já não saem para me exprimir.

As minhas notas estão a baixar muito. Hoje passei o dia todo em casa, até podia ter saído, um amigo meu convidou me para ir ao cinema com ele mas não me apeteceu. A minha irmã está doente. Minha menstruação estava atrasada sem razão mas já me apareceu. Engraçado, que estou com um apetite fora do normal, e já comi, mas continou com vontade de comer e comer.
Tenho saudades dos meus amigos e apenas há um dia que não estou com eles. A Ana, uma amiga minha que custuma passar cá os veroes veio ontem, ainda nao estive com ela hoje, mas o Claudio, um amigo meu do Seixal, vem cá hoje, e vamos todos para a rua, está frio mas há que aguentar. Acho que vou pedir a minha mãe para comprar mais milho para eu fazer pipocas, so me aptece mastigar e mastigar. Estou a ver um novo anime, chama-se Clannad, ainda so estou no segundo episodio, portanto não sei bem a historia. Estou com uma dor de cabeça descomunial. Sinto me triste.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

15 de Janeiro 2009

É no teu sorriso que encontro o meu, pois sempre que olho para o teu rosto, e tu sorris, não consigo evitar, o sorriso não se consegue contrair, pois posso dizer, que é algo que me reconforta, mesmo quando tudo está errado, é impossível. Devagarinho encosto mais uma vez a cabeça no teu braço, e olho para os teus olhos, os olhos simples e traçados de uma pessoa diferente. Sei de tantas conversas, e tu julgas, julgas que eu te julgo, julgo como um rapaz, um rapaz das influencias negativas, de todos os rapazes que conheci. E sei que tu não consegues reparar, mas eu tenho uma grande admiração por ti, e penso que é no achar, que tu não és igual, ao estereotipo que eu criei de rapaz, que me faz apaixonar por ti. As vezes, até já desisto de tentar deixar de ter este sentimento, as vezes, apenas quero deixar andar, e quando tiver de ser será. Tenho-te sempre mesmo ao meu lado. O que beijos são comparados a isto? Não vou negar, de toda a tentação e desejo que nasce dentro de mim, sempre que te abraço, sempre que te comprimento, sinto sempre aquele impulso. É tão estranho, olhar-te dentro dos olhos, e em ti, ver o que realmente sempre quis.


(lamechas)

Hoje, tive uma enorme negativa a matemática,
o avó do "noivo" da minha irmã faleceu,
e o meu avó chegou da França.
Hoje foi apenas mais um dia. estou cansada.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

14 de Janeiro de 2008

Depois de tanto tempo, decidi escrever, não nego que a vontade nunca me faltou, de certo modo, todos os dias, pensei em escrever, mas está depressão egoísta acaba por me tirar a vontade, atirando me contra a cama, e ai, ai fico, fecho os olhos, e durmo, durmo sempre que posso. Porquê? Porque doí sentir. E eu, eu não quero sentir mais, quero apenas fechar-me, mais uma vez, dentro da minha concha, porque é dentro dela, sim é dentro dela, que eu estou em refugio, e com esse abrigo, evito-me magoar. E nada se passa, as lágrimas ficam em casa, e levo sempre que posso o meu sorriso idiota, e se não posso, pelo menos levo a apatia que sempre me acompanhou por todos os caminhos. Toda a minha maneira de viver, enoja-me. Como poderei dizer, que eu, levo o amor a serio, se me apaixono com tanta frequência? É, já vai mais de duas semanas, em que apenas vou a escola, e durmo, e é no sono profundo que encontro fragmentos de felicidade sinceros. Pelo menos equilibram o meu sofrimento desonesto e ensaiado com o drama. Depois de tantos amores falhados, tantas relações desequilibradas, depois de quatro anos, dou me de caras com uma paixão, não correspondida, e ai, ai é que começa todas as minhas atitudes dramáticas, puxando uma grande crise de identidade. Eu não sou pura, eu odeio o meu aspecto, eu odeio todas as minhas atitudes.
E com isso começo a agir com estupidez, dirigindo me a inícios de bulimia. Estou gorda de mais, o meu cabelo mete nojo, tudo em mim está de facto errado, dês de cada pigmento de cor da minha pele, a cada cicatriz encontrada, e sempre que me analiso melhor, percebo, que nunca chegarei a perfeição, nem lá perto estou. Parece que não estou a aceitar a regeiçao como deveria aceitar, o que faz de mim, um ser divinamente repugnante. Eu não sou querida, do verbo querer. Eu não sou, quem ele quer
. Eu sou felizmente, uma das suas melhores amigas.